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Com fragmentos de carta de Raul Seixas para ex-mulher, Sandrera lança videoclipe de “Querida Kika”
Por João Depoli

“Hoje mamãe e eu acordamos emocionadas não só com a música, mas com clipe do músico Sandrera, que deu vida a uma carta que meu pai escreveu pra minha mãe quando já estavam separados,” publicou a filha do gigante Raul Seixas, Vivi, sobre “Querida Kika”—nova música do cantor e compositor capixaba Sandrera.

Com um arranjo composto pelo músico, a canção utiliza o texto da carta enviada por Raul à sua ex-mulher em janeiro de 1989 (poucos meses antes da morte do cantor). “Minha singela homenagem, mas de coração. Está ai o resultado do meu encontro com a carta,” comenta Sandrera sobre o videoclipe oficial da canção que lançou na noite de ontem (23).

O registro é o resultado de um trabalho que teve início ainda em 2014, quando o músico se deparou com a carta pela primeira vez. “Uma avalanche de sentimentos desmoronou em mim naquele momento. Saudades, choro, questionamentos, despencaram em mim, pois muito do que o Raul escreveu na carta, era o que eu sentia naquele momento,” desabafa Sandrera sobre o que lhe ocorreu durante a leitura daquele melancólico e comovente texto.

“Confesso: chorei de saudades suas hoje, ao ouvir as fitas de Elvis que você me mandou. A minha solidão aqui ultimamente tem sido dolorosa, mas que jeito? Eu desejava estar com você e nossa filha”
Com seu violão em mãos, o músico garante que arriscou um acorde e sua decisão se provou certeira: a música rapidamente estava pronta. “Era como se a canção [estivesse] ali na carta esse tempo todo e eu a enxerguei chorando um pouquinho,” comenta. Depois disso, ele só precisava entrar em contato com Kika e sua filha, Vivi—e foi isso que ele fez.

“Levei um tempo, tomei coragem e entrei em contato com a Vivi pelo Facebook. Entrei em estúdio com meu compadre Ded Bonfim, que produziu e fez uma [guitarra] linda para a canção,” lembra. “Numa tarde, em conversa com o Ademir Ribeiro e a Moustache Produção Artística, combinamos um [videoclipe], e em uma visita ao Did Art, decidimos filmar tudo em sua casa.”

Assista abaixo ao resultado desses últimos quatro anos de trabalho.

Atenção Galera de Sampa Rock and Roll City!
No próximo sábado, 20 de outubro de 2018, vai rolar uma mega festa em homenagem a Raul Seixas com Dylan Seixas & Putos BRothers Band e o performer ArySeixista. I M P E R D Í V E L !

A Correta Park Eventos
R. Capitão Rubens, 598
Parque Edu Chaves
São Paulo – SP

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1998725683507823/

Raul Seixas: Sylvio Passos guarda com carinho primeiro violão do músico

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Raul Seixas foi o artista homenageado pelo evento Mar de Culturas, da Globo, em 23 de agosto na Fundição Progresso, no Rio.

No espaço da Fundição Progresso, na região central do Rio, rolou um bate-papo sobre o legado deixado pelo cantor e compositor. Mediado pelo jornalista e apresentador Guilherme Guedes contar com a presença de Kika Seixas, produtora e ex-mulher de Raul Seixas, do escritor, músico, compositor e fundador do fã clube oficial do artista, Sylvio Passos, e Toninho Buda, amigo de Raul e estudioso de temas esotéricos, religiosos e polítocos na obra do Maluco Beleza.

A participação musical ficou por conta de Rick Ferreira, guitarrista considerado “fiel escudeiro” de Raul Seixas, que fez um show tributo interpretando os sucessos “Quando acabar o maluco sou eu”, “Gita”, “Carpinteiro do universo”, “Ouro de tolo”, “Sociedade alternativa” e “Maluco beleza”.

Mar de Culturas: homenagem a Raul Seixas na Fundição Progresso
Bate-papo contou com a participação de Guilherme Guedes, Kika Seixas, Sylvio Passos, Rick Ferreira e Toninho Buda.
https://globoplay.globo.com/v/7029692/
Rede Globo – Homenagem a Raul Seixas – Mar de Culturas – Fundição Progresso, Rio


Em 10 de dezembro de 1973, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, acontecia o show O Banquete dos Mendigos em homenagem aos 25 anos daDeclaração Universal dos Direitos Humanos um encontro histórico com artistas brasileiros entre eles, Raul Seixas.

Com produção de Jards Macalé e Xico Chaves, além de Raul, estavam presentes no evento Chico Buarque e MPB 4, Gal Costa, Jorge Mautner, Milton Nascimento, Paulinho da Viola, Luiz Gonzaga, Gonzaguinha, Dominguinhos, Luiz Melodia, Edu Lobo, Pedro dos Santos, Johnny Alf, Soma e Edison Machado. Foi lá, inclusive, que Chico Buarque cantou pela primeira vez em público a polêmica “Jorge Maravilha”, provavelmente o maior rock n’ roll que Chico já gravou em sua vida.

Pela primeira vez em LP 180gr fabricado na Argentina com prensas da alemã Newbilt Machinery um documento histórico para fãs, pesquisadores e colecionadores, a íntegra do showDireitos Humanos no Banquete dos Mendigos“, os registros integrais direto dos tapes originais, guardados por Macalé por 40 anos – até serem finalmente revisitados para este projeto único em edição limitadíssima.

Raul Seixas aparece no volume 3 da coleção e toma conta de todo o Lado A do LP. O Lado B abre com um raro registro do Grupo Soma, banda de puro rock and roll Inglês que teve o cantor Ritchie entre seus integrantes e fecha com o genial Chico Buarque acompanhado do MPB-4. Veja abaixo o repertório completo do Volume 3.

SHOW DIREITOS HUMANOS NO BANQUETE DOS MENDIGOS VOL. 3
Lado A
1. Medley – Raul Seixas
a) Al Capone (Raul Seixas – Paulo Coelho)
b) Prelúdio (Raul Seixas)
2. Cachorro Urubu (Raul Seixas – Paulo Coelho) – Raul Seixas
3. Ouro de Tolo (Raul Seixas) – Raul Seixas
4. Mosca na Sopa (Raul Seixas) – Raul Seixas
Lado B
1. Albuquerque Woman (Jaime Shields) – Soma
2. P.F. (Bruce Leitman) – Soma
3. Um Dia (Bruce Leitman) – Soma
4. Medley – Chico Buarque & MPB-4
a) Pesadelo (Maurício Tapajós – Paulo Cesar Pinheiro)
b) Quando o Carnaval Chegar (Chico Buarque)
5. Bom Conselho (Chico Buarque) – Chico Buarque
6. Jorge Maravilha (Chico Buarque) – Chico Buarque

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Há 34 anos, mais precisamente no dia 29 de junho de 1984, chegava às lojas de discos em todo o Brasil o LP “Metrô Linha 743”, um dia após Raul Seixas completar 39 anos de idade.

Para celebrar o aniversário dos 73 anos de nascimento de Raul Seixas, além dos eventos listados no final deste artigo, a Record Collector Brasil e o Selo 180 estão lançando, em edição limitada e numerada (500 LPs pretos e 500 LPs transparentes), o álbum Metrô Linha 743 numa caprichada e inédita reedição comemorativa Super Luxo com um tratamento digno, semelhante ao que se observa em reedições realizadas no exterior, com capa dupla, reprodução fiel do encarte e do release promocional que acompanharam a primeira edição lançada em 1984 e uma faixa bônus: a primeira versão de “Cowboy Fora da Lei!”, ou seja, “Anarkilópolis”, cuja gravação original aconteceu durante as sessões de Metrô Linha 743. É a primeira vez que essa música é lançada em vinil. E a coisa não pára por aí. Acompanha ainda um livreto especial formato LP com 24 páginas cheio de depoimentos e informações novas, ilustrado com imagens inéditas, para que fãs, pesquisadores e colecionadores possam mergulhar em todo o processo de criação e gravação do álbum. Enfim, um lançamento imperdível, mesmo para aqueles que tem em sua coleção, pois trata-se de uma edição ampliada.

A pré venda será no próximo dia 28 apenas nos sites da Record Collector Brasil e Selo 180.

EVENTOS EM TODO O BRASIL CELEBRAM OS 73 ANOS DE NASCIMENTO DO MALUCO BELEZA
Basta clicar nas imagens abaixo para obter mais informações sobre os eventos.


Lá vem uma novidade quentíssima: Imagens inéditas de Raulzito no palco!

O documentário “Som, Sol e Surfe – Saquarema 76 do diretor Helio Pitanga, em associação com a Elixir Entretenimento (produtora do documentário Raul: O Início, O Fim e O Meio) estréia no IN-EDITBRASIL, 10º Festival Internacional do Documentário Musical, em São Paulo, neste final de semana.

Em meio a um campeonato de surf na praia de Saquarema, Raul Seixas, Angela Rô Rô, Made In Brazil, Rita Lee & Tutti Frutti entre outros, se revezaram no palco em atuações antológicas nesse belo e caótico festival de rock. Todo o material ficou perdido durante décadas, até ser recuperado para contar esse capítulo marcante da história do rock brasileiro. ( http://www.somsolsurf.com.br/ )

Não percam as exibições programadas abaixo:
09/06 – 21h – Cinesesc*
10/06 – 18h – Spcine Olido
12/06 – 19h30 – Matilha Cultural

Festival de Surfe de Saquarema
Local: Itaúna, Saquarema (RJ)
Data: 21 a 23 de maio de 1976

Informações complementares:
Foi a segunda edição da competição em Saquarema.
Nelson Motta organizou um festival de música – Som, Sol e Surf – que reuniu público de 30 a 40 mil pessoas; considerado o “Woodstock brasileiro”. Houve apresentações de Raul Seixas, Bixo da Seda, Made in Brazil, Rita Lee & Tutti Frutti, Flamboyant, Ângela Rô Rô, Ronaldo Rosedá y Banda e Flavio y Spiritu Santo.
Segundo a revista Música (nº 2, julho/1976), “com cerca de dez mil habitantes, Saquarema foi sacudida de repente por 40 mil pessoas, de muitos lugares diferentes, atraídos por dois grandes acontecimentos: o 2º Campeonato de Surf, que escolheu um campeão para representar o Brasil no Havaí, e o 1º Festival de Rock (…) Rita Lee só chegou no domingo, de avião, e encerrou o festival (…) com o lançamento de músicas do novo LP (Entradas e Bandeiras) (…) Raul Seixas apresentou-se no sábado, fez uma apologia ao diabo e um discurso que sacudiu a multidão.”

*** Papo no backstage com (retirado de uma velha, e bota velha nisso, fita K7)
1) Ângela Rô Rô
2) Okky de Souza (Revista Pop)
3) Lucinha Turnbull
4) Ezequiel Neves
5) Rita Lee
6) Oswaldo e Celso e Ezequiel Neves (Made In Brzil)
7) Tony Osanah


Uma noite que vai além do “Toca Raul!”

Sylvio Passos & Lon Amorim prestam uma homenagem diferenciada a Raul Seixas…

A proposta do evento e apresentar de forma dinâmica a trajetória de Raul Seixas com videos, áudios, bate-papo com Sylvio Passos e musica ao vivo com Lon Amorim.

Sylvio Passos, detentor do maior acervo de objetos pessoais de Raul Seixas, fundador do Raul Rock Club/Raul Seixas Oficial Fa-Clube (1981), alem de esclarecer duvidas sobre a vida e obra do Maluco Beleza, apresenta algum item que pertenceu a Raul Seixas, durante seu bate papo com o público presente.

A disposição do evento se dividade na seguinte forma:

1) Abertura com vídeos apresentando entrevistas, clipes e shows de Raul Seixas.
2) Arquivos de áudios com gravações raras de Raul Seixas.
3) Show com Lon Amorim com repertorio constando apenas musicas de Raul Seixas tendo, em alguns momentos, a participação de Sylvio Passos na gaita.
4) Bate papo com Sylvio Passos respondendo perguntas feitas pelo público presente sobre a vida e obra de Raul Seixas.

A duração do evento gira em torno 3 a 4 horas conforme disposição acima.

Ingressos antecipados pelo whatsapp: (12) 9.8268-0678
Ingresso individual: R$ 10,00 (no dia do evento 15,00)
Mesa para 4 pessoas: R$ 60,00 (somente antecipado)
*O ingresso individual não dá direito a mesa*

Sábado, 9 de junho de 2018
21h00
Sobradinho Bar
Rua Volans, 1010
Jardim Satélite
São José dos Campos/SP
TEL: (12) 98268-0678

EVENTO FACEBOOK: https://www.facebook.com/events/186846238622122/

E SOCA RAUL!

#raulseixas


Raul Seixas ganhará cinebiografia da produtora O2 Filmes
Toca Raul!
Felipe Ribeiro (Portal Terra)

Icônico cantor e compositor brasileiro, Raul Seixas vai ganhar uma cinebiografia que será realizada pela produtora de Fernando Meirelles, a O2 Filmes. O acordo para realizar o filme sobre o músico criador da canção “Sociedade Alternativa” foi fechado com a viúva dele, Kika Seixas. A direção ficará nas mãos de Paulo Morelli ( Malasartes e o Duelo com a Morte , Entre Nós, Cidade dos Homens ).

Ainda sem roteiro definido, Kika opinou em entrevista a uma coluna do jornal O Globo qual o período da vida do cantor ela acha mais interessante de ser abordado. “Acho que a fase mais fascinante do Raul, que engloba conquistas, derrotas e muito drama, começa com ele criança, na Bahia, até o ano de 1973, quando grava o disco ‘Krig-ha, Bandolo'”, afirmou.

Sem previsão para iniciar as filmagens e sem data de lançamento, a cinebiografia será a segunda obra que traz Raul como foco da narrativa. Em 2012, o músico foi tema do documentário Raul – O Início, o Fim e o Meio , realizado por Walter Carvalho, Evaldo Mocarzel e Leonardo Gudel — longa considerado um dos 100 melhores documentários brasileiros de todos os tempos pela Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema).

IN: Portal Terra

Amanhã, sexta-feira, às 21h00 na Top Web TV muito papo sobre Raul Rock Seixas em entrevista com Sylvio Passos.
Acompanhe ao vivo direto do site da Top Web TV.

 


Você ainda pode sonhar. Sonho que se sonha junto é realidade.**

Contrato de Raulzito e Os Panteras com a EMI Odeon assinado em 25 de setembro de 1967. Clique para ampliar.

Em 25 de setembro de 1967, o sonho dos quatro garotos soteropolitanos de gravar um disco por uma grande gravadora tornou-se realidade, foi nessa data que Raulzito, Eládio, Carleba e Mariano assinaram contrato com a EMI Odeon, a gravadora dos Beatles, banda inglesa que tanto influenciara Raulzito e seus companheiros.

Contrato de Raulzito e Os Panteras

Contrato de Raulzito e Os Panteras com a EMI Odeon assinado em 25 de setembro de 1967. Clique para ampliar.

A paixão de Raulzito pelo rock and roll se iniciou praticamente na mesma época em que o ritmo jovem nascia nos Estados Unidos, ou seja, no início da década de 1950. Foi com uns garotos do Consulado Americano, lá em Salvador, Bahia. Elvis Presley, Little Richard, Fats Domino, Chuck Berry entre outros enlouqueceram o jovem Raulzito.

“Eu ouvia os discos de Elvis Presley até estragar os sulcos. O rock era como uma chave que abriria minhas portas que viviam fechadas. Usava camisa vermelha, gola virada para cima. As mães não deixavam as filhinhas chegarem perto de mim porque eu era torto como o James Dean. Olhava de lado, com jeito de durão. Cada vez que eu cumprimentava uma pessoa dava três giros em torno do próprio corpo. Eu era o próprio rock. Eu era Elvis quando andava e penteava o topete. Eu era alvo de risos, gracinhas, claro. Eu tinha assumido uma maneira de vestir, falar e agir que ninguém conhecia. Claro que eu não tinha consciência da mudança social que o rock implicava. Eu achava que os jovens iam dominar o mundo.” Raulzito

No entanto, até chegar a formação de Raulzito e Os Panteras, Raul fundou, em 1962, ao lado dos irmãos Délcio e Thildo Gama, o grupo Os Relâmpagos do Rock. Chegaram a se apresentar na TV Itapoan, onde foram chamados de cantores de “música de cowboy”.

Em 1964 Os Relâmpagos do Rock, com nova formação, passam a se chamar The Panthers. Foi também o ano da profissionalização definitiva e da descoberta dos Beatles. Ainda em 1964, The Panthers entra em estúdio para gravar aquela que viria a ser a primeira gravação oficial: duas músicas para serem lançadas em um compacto (“Nanny”/ “Coração Partido”) pela Astor, que acabaram ficando apenas no acetato, não sendo lançadas comercialmente. Somente em 1992, a música “Nanny” seria lançada, entre outras gravações raras, no álbum O Baú do Raul.

O grupo passou então a se chamar Raulzito e Os Panteras. Depois de comprar uma aparelhagem nova e melhor, passou a tocar em boates e em shows em que, muitas vezes, brilhavam astros da Jovem Guarda como Roberto Carlos, Wanderléa, Jerry Adriani e, Rosemary, entre outros. Seus maiores rivais são os grupos de samba e bossa nova, aquartelados no Teatro Vila Velha de um lado e do outro o Cinema Roma, que era o templo do rock and roll, organizado por Waldir Serrão, O Big Ben.

Muitas foram as formações de Raulzito e Os Panteras até chegar naquela que gravou o tão sonhado álbum para a EMI Odeon no final de 1967. Foi Jerry Adriani quem incentivou Raulzito e seus Panteras a irem tentar a sorte no Rio de Janeiro e lá foram eles. Raul, recém casado com a americana Edith Wisner, juntamente com Os Panteras desceram com malas e cuias para a Cidade Maravilhosa. Conseguiram gravar, para a EMI Odeon, o tão sonhado LP Raulzito e Os Panteras. Lançado em janeiro 1968, o disco foi ignorado tanto pela crítica quanto pelo público, chegando a ouvir do produtor artístico Carlos Imperial que eles voltassem pra Salvador, que não conseguiram nada por lá, pois no Rio existiam centenas de bandas fazendo o que eles faziam. O curioso é que o mesmo Carlos Imperial, anos depois, em 1973, declararia que Raul Seixas estava fazendo a música que o povo quer. CLIQUE AQUI E OUÇA A DECLARAÇÃO DE CARLOS IMPERIAL.

“Chegamos em fim de safra. Não entendíamos o que estava acontecendo. Agnaldo Timóteo de um lado, Gil e Os Mutantes de outro. Tocávamos coisas complicadas, minhas letras falavam de agnosticismo, essas coisas, e complicamos demais. Não tínhamos ideia do que era comercial em matéria de música em português.” Raulzito

“De um lado havia a inexperiência de quatro rapazes, recém-chegados da Bahia, falando em qualidade musical, agnosticismo, mudança de conceitos e sonhos. Do outro lado, uma multinacional que só falava em “comercial”. Talvez não tenha sido o disco que o grupo imaginara, mas nosso sonho era gravar um disco.” Eládio

CURIOSIDADES:
Em 1968, além do LP – que foi lançado em 2 versões, uma MONO e outra STEREO -, foi lançado também um compacto simples e num LP com o programa de rádio “Música e Alegria Kolynos. Programa nº 1104

A rara versão em STEREO, propriedade do fã e colecionador Adalberto Oliveira, de Manaus/AM.

A rara versão em STEREO, propriedade do fã e colecionador Adalberto Oliveira, de Manaus/AM.


Raulzito e Os Panteras nunca fizeram shows de divulgação do álbum homônimo. A única vez em que o álbum foi executado na integra com Os Panteras ao vivo foi em 2 maio de 2009 no palco TOCA RAUL! da Virada Cultural, em São Paulo.

Além das edições de 1968, outras edições foram lançadas tanto em LP, K7 e CD nas décadas de 1980 e 1990. Confira no site DISCOGS clicando aqui.

** IMAGENS: Acervo Raul Rock Club/Raul Seixas Oficial Fã-Clube


Tributo a Raul Seixas – TOCA RAUL!
Domingo, 21 de janeiro de 2018

Putos BRothers Trio
(Sylvio Passos, Agnaldo Araujo & André Lopes)

19h00 – Ingresso: R$10,00

Grão Espresso Santana
R. Voluntários da Pátria, 3558
Santana – São Paulo/SP
Telefone: (11) 2978-4420
facebook.com/graovoluntarios


Fazendo um balanço aqui sobre o que foi 2017 para mim e minha Putos BRothers Band posso dizer que finalizamos o ano com saldo positivo, embora, feito Belchior, sem nenhum dinheiro no banco. Iniciamos o ano no Acre e logo em seguida, coincidentemente, em 14 de fevereiro (data de meu aniversário) nascia oficialmente o primeiro filho da Putos, digo, nosso primeiro álbum, o CD “Tá Todo Mundo Puto, BRother!” – que foi bem recebido não só pela crítica especializada como também pelo público. Daí pra frente viajamos o Brasil de norte a sul, inúmeras foram as cidades por onde passamos levando tanto nosso trabalho autoral como nossas homenagens aos nossos ídolos nacionais e internacionais, especialmente Raul Seixas. Nossa passagem por Brasília, em agosto, registrada no vídeo abaixo, reflete exatamente como foram todas as nossas viagens pelo Brasil afora, a mesma energia positiva e a mesma alegria em absolutamente todas.

Não ganhamos nenhum prêmio, nosso maior prêmio foi poder estar junto desse povão todo nesse país “sem eira nem beira”, nem tão velho, mas sem porteira. Eu gostaria muito de citar, uma a uma, todas as cidades, todos os locais, todas as pessoas que nos receberam de braços abertos, mas isso tornaria o texto longo, enfadonho. Pessoas chegaram, pessoas ficaram, pessoas se foram, pessoas sumiram.

Que venha 2018 e que agora possamos invadir o planeta todo. ha ha ha ha… Sonhar não custa nada e tudo, a priori, inicia-se num sonho – e nós não estamos sonhando sozinhos. AMÉM!

Um Feliz 2018 a todos nós porque todos nós merecemos, mesmo num país onde o povo está cada vez mais Puto com fatos que dispensam apresentações e comentários. Que em 2018 continuemos todos Putos, BRothers and Sisters.

SPassos, aquele…, o Puto BRother!

Abaixo a letra da músicaOs Putos Vieram Divertir-seda banda portuguesa UHF.

Os Putos estão aqui
Para mostrar que é aqui
Que tudo começa
Os Putos vieram divertir-se

Os Putos saíram de casa
Pela estrada da fama
Em cada concerto
Os Putos souberam divertir-se

Juntos pra vencer
Pagaram pra tocar
Venha quem vier
Os Putos vieram pra ficar

Filhos desta terra
Cresceram à pressa
Doa a quem doer
Os Putos vieram divertir-se

Por isso cada canção
Oiço a voz de uma nação
Os Putos e os fãs
Juntos vieram divertir-se

Juntos pra vencer
Pagaram pra tocar
Venha quem vier
Os Putos vieram pra ficar

Os Putos estão aqui
Para mostrar que foi assim
Que tudo começou
Os Putos vieram divertir-se

Juntos pra vencer
Pagaram pra tocar
Venha quem vier
Os Putos vieram pra ficar
Pra ficar
Pra ficar
Pra ficar

Facebook:
https://www.facebook.com/PutosBRothersBand/videos/1636616013024365/

YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=myqku4SZZWQ


ANTIFÃ-CLUBE*

Alguns dias antes, em um bar cheio de quadros e imagens de Raul e dos Beatles nas paredes, na rua Augusta, centro de São Paulo, converso com Sylvio Passos. Pela primeira vez o fã que virou amigo do seu ídolo não estaria na passeata raulseixista. Na verdade, ele já tinha presença marcada em Brasília para também homenagear Seixas nos 28 anos da sua morte.

Sylvio, de 54 anos, é músico e produtor, gaitista e compositor da banda Putos BRothers Band e o fundador do Raul Rock Club, o primeiro fã-clube oficial dedicado ao Raul Seixas. Do ídolo e amigo ganhou o apelido de ‘Silvícola’.

Ele conta que na sua época de colégio, aos 11 anos, gostava de colecionar moedas e revistas em quadrinhos com os amigos. Sylvio foi crescendo, e junto crescia seu amor pela música, pelo “rock ’n’ roll propriamente”. Assim, as coleções passaram a ser não mais de moedas e gibis, mas de itens relacionados à música. Porém, no período, o que o então garoto preferia ouvir eram músicas em outros idiomas, como inglês e holandês. Passos era fã do Led Zeppelin e em 1977 montou um fã-clube dedicado à banda. Mandou cartas para o grupo, mas nunca teve respostas. Em seguida, criou mais dois fã-clubes para bandas de rock progressivo, King Crimson e Jethro Tull. O objetivo era manter contato com pessoas que compartilhassem do mesmo interesse.

Seu pai, pernambucano, era fã do Nelson Gonçalves, e sua mãe, alagoana, também só ouvia música nacional. Mas ele admite que era radical naquele tempo e odiava músicas em português. Porém, com o passar dos anos, começou a “desradicalizar”. “Porque eu traduzia aquelas letras de músicas em inglês e uma boa parte delas não dizia absolutamente nada. Era mais o ritmo, era mais a música mesmo do que o texto. Aí comecei a prestar atenção em Chico Buarque, Caetano Veloso…, e nisso me caiu um disco do Raul.”

De certa forma, o barbudo sempre perseguiu Sylvio. Aonde o jovem ia com os amigos podia ouvir o baiano: em parques de diversão, festas de aniversário e até em velórios. E ele odiava. “Mas, com a abertura da minha cabeça, absorvendo tudo de música boa brasileira, o Raul foi o que bateu mais forte. Primeiro pela musicalidade, porque tinha ali uma coisa de rock ’n’ roll e de blues. Depois, pelos textos e pela atitude dele.”

Por volta dos anos 1980, decidido a prestar uma homenagem para o seu ídolo depois de ver a imagem da carteirinha do Elvis Rock Club, fã-clube fundado por Raul para Elvis Presley, na contracapa do disco “Abre-te Sésamo”, lançado na época, Sylvio publica um anúncio em jornal procurando por itens do cantor brasileiro, incluindo o endereço do artista. Uma semana depois, o rapaz foi procurado pelo presidente do Cavern Club, fã-clube dos Beatles no Brasil. Ele tinha o telefone da casa de Seixas e queria se certificar de que o responsável pelo anúncio não era um lunático. Com o contato em mãos, foram precisos dois dias para criar coragem: “E se ele me mandar à merda?”. Mas ligou, e o próprio Raul atendeu:

— Alô, Raul?
— Alô, é o Raul, quem é?
— Aqui é o Sylvio.
— Oh, Silvio Santos, eu faço seu programa!
— Não, aqui é o Sylvio Passos, estou fazendo um fã-clube para você.
— Um fã-clube para mim? Nunca ninguém fez um fã-clube para mim. Você pode vir almoçar aqui comigo para me contar essa história?

O até então apenas fã quase não acreditava. Tinha 17 anos, pensava em cursar psicologia ou jornalismo, trabalhava, namorava, mas a visita na casa do Raul foi um “divisor de águas” na sua vida, nas suas palavras.
Passaram-se 36 anos desse encontro. De lá para cá, Sylvio aprofundou-se em estudos sobre filosofia, trabalhou como produtor musical, fundou sua banda e ainda se dedica a reunir informações sobre Raul.

A admiração de Sylvio por Seixas pode ser explicada pela valorização de características do músico que ele buscava acrescentar na sua própria vida. “Como em todo processo identificatório, o que é bom são as características positivas que a relação com o outro pode trazer. Assim, há diversos traços que vão estimular determinados hábitos e comportamentos nas pessoas marcadas por essa relação com seu ídolo”, diz a professora Vanina.

Aliás, as letras do Raulzito lhe chamaram a atenção pelos temas de questão existencial e filosófica, mas a postura do cantor era o mais marcante. “Não tinha outro artista no Brasil com aquela atitude”: por maisque Raul incorporasse influências americanas, sua brasilidade o tornava “um ser muito particular”, pois usava expressões tipicamente nordestinas. Aliás, seus amigos, também fãs de Raul, não entendiam aquelas frases, mas, para aquele filho de migrantes do Nordeste do país, elas eram muito comuns — o que só aumentou sua admiração por Seixas.

Como toda a mística que rondava a música de Raul, essa amizade parecia “coisa do destino”. “Ele tinha uma série de coisas coladas na parede, recortes de revista, fotografias de shows… e numa daquelas fotos tinha eu. Eu tinha estado num show dele no teatro Pixinguinha (em São Paulo) uns três meses antes e aí, naquele monte de fotos, eu disse: ‘Cara, esse cara aqui sou eu.’ Eu era cabeludo, jaqueta de couro, bem molequinho roqueirinho mesmo. Ele disse: ‘Não é a toa que você tá na minha casa, você é o escolhido’.”

Com duas semanas de convivência, a relação fã/ídolo tinha virado amizade, por mais que Seixas achasse a música que Sylvio ainda ouvia “barulhenta”. “O nosso papo girava, claro, muito em torno de problemas pessoais, críticas, filosofias, divagações, mas a música era uma coisa muito presente. Eu mostrava que o Led Zeppelin não era tão barulhento assim e eu também não gostava muito do Elvis. Então ele me ensinou a ouvir não só o Elvis como uma série de coisas que eu não conhecia ali do comecinho do rock ’n’ roll, e eu mostrei para ele umas coisas que ele meio que torcia o nariz.”

Raul chegou a ir à casa de Sylvio, conhecer os parentes do novo amigo. E a família, como reagiu? “Ficou louca.” A mãe é uma senhora rígida, “general e evangélica”, que naquele momento pensou que “o demônio” levava o filho embora.

— “Esse maconheiro…”, ela acusava.
— “Maconheiro coisa nenhuma, é só cachaceiro”, ao que o filho rebatia.

Silvícola também aprendeu a compor com Raul, numa convivência que se tornou praticamente diária. Ele ainda tem pilhas guardadas de discos trazidos dos Estados Unidos por Raul de presente. Tanta proximidade com seu ídolo fez, com o passar do tempo, que Sylvio adotasse o conceito de “antifã-clube” para sua própria fundação, por conta dos fãs mais aguerridos. “Eu comecei a ter um problema muito sério com fãs radicais demais, são muito fundamentalistas.” Segundo o produtor, ele ouvia críticas até mesmo se fosse visto com camiseta de uma banda que não fosse relacionada a Raul. “Eles falam até que eu sou traidor do movimento, que eu sou aproveitador, que eu uso isso para me promover. Pelo contrário, eu promovo Raul desde garoto e vou morrer fazendo isso. Mas eu tenho a minha vida.”

Se o Raul Rock Club não tinha a proposta da idolatria, mas da preservação da memória de um artista, o objetivo segue firme. Com o tempo, Sylvio ganhou itens do próprio Raul, da família e amigos do baiano e hoje mantém o maior acervo particular sobre o músico – ainda que nem a metade da sua coleção já tenha sido exposta ao público. “Ele começou a me dar as coisas, ele mesmo dizia ‘menino, você vai acabar fazendo um museu meu’.” No seu arquivo dizia: encontra-se o pijama usado por Raulzito na noite da sua morte, alguns dos seus cadernos e boletins escolares, ilustrações feitas pelo músico, roupas como a capa que Raul usava nos shows, manuscritos e várias outras preciosidades. Sylvio conta que seu item preferido da coleção pessoal é o primeiro violão de Seixas, que o cantor ganhou aos nove anos de idade, em 1954.

E a coleção só aumenta. Todas as informações que são publicadas sobre o músico na imprensa são catalogadas por Sylvio em um trabalho solitário. O vocalista da Putos BRothers já lançou livro, disco, participou de documentário, programas de rádio e televisão, “tudo que você possa imaginar”, sempre em nome da preservação do nome do Raul. É um trabalho que não traz lucros, e que ainda não conta com alguém que dê continuidade a ele – Sylvio está em busca de instituições “de confiança” que possam manter a coleção, mas sem “outras intenções”. Ele tem um filho de 18 anos, mas espera que ele não herde essa “cruz, no bom sentido”.

“Por que passar para outra pessoa? Vai saber o carinho, o cuidado que essa pessoa vai ter. Devolver pra família dele? Não sei, porque eles também têm o material deles lá. Na verdade, ninguém vai ficar aqui para contar história. Então, tem que deixar numa instituição que cuide, que zele e a que todo mundo tenha acesso, porque lá na minha casa não dá para levar todo mundo”, gargalha.

Atualmente, a série de objetos está na casa da sua mãe. Ele diz que não sabe quantos são, mas que nunca conseguiu levar toda a coleção para as exposições que já montou pelo país, pois são muitos. “Tudo sai do nosso bolso, porque é paixão. Não é aquela paixão de fanático, mas é uma coisa que eu faço com muito prazer.”

Nos shows com sua banda, Sylvio costuma ver família inteiras, com diferentes gerações reunidas cantando as músicas de Seixas, e ainda se admira de ver adolescentes que sabem tudo do ídolo. “Uma mãe de uma menininha americana de Washington, DC, me ligou um dia falando: ‘Minha filha é completamente enlouquecida pelo Raul, ela fica na internet vendo imagens dele’. Ela tem 12 aninhos, é uma criancinha com síndrome de Down e aqui no Brasil eu também já vi casos como esse.”

Então, o sucesso de Raul não diminuirá? “Daqui 100 anos você vai pegar um texto do Raul e ele vai continuar sendo superatual. Ele se utilizava muito da filosofia, e ela se mexe tranquilamente dentro do tempo. Daí a atemporalidade da música do Raul. Eu digo o seguinte: só vai ter um momento em que o pessoal vai ouvir a música do Raul e vai dizer ‘essa música é velha’… Será quando o Brasil for um paraíso de verdade”, conclui, rindo.

*Excerto do livro-reportagem Lado B: outro olhar sobre fãs de música, de Cíntia Luz Lima, apresentado como trabalho de conclusão de curso, uma exigência para a obtenção do título de bacharel em Jornalismo, do Curso de Comunicação Social do Fiam-Faam Centro Universitário.

Tributo a Raul Seixas – TOCA RAUL!
Domingo, 21 de janeiro de 2018

Putos BRothers Trio
(Sylvio Passos, Agnaldo Araújo & André Lopes)

19h00 – Ingresso: R$10,00

Grão Espresso Santana
R. Voluntários da Pátria, 3558
Santana – São Paulo/SP
Telefone: (11) 2978-4420
facebook.com/graovoluntarios


Vivi Seixas disponibilizou em seu canal no YouTube o esboço da canção “Segredo da Luz”, lançada originalmente no álbum “Raul Seixas” pelo selo Eldorado em 1983. A letra, interpretada pelo cantor e compositor André Prando, foi publicada em 1992 no livro O Baú do Raul, lançado pela editora Globo. Confira as letras e videos abaixo.

Vivian (Maio 1981)

Os olhos verdes que não puxaram a seus pais
Perninhas grossas no molde bem-feito da mãe
No mês de maio entre as flores nasceu ViVian
Em casa seu nome é “pipoca”
De tanto aprontar
Talvez muito dengo da vó e do Beto
Só quer a quentura do peito e do braço da mãe
ViVian!
Antes de ser batizada sorri para os anjos do céu
Do céu, da sua boca pequena
Com cheiro de flor igualzinha ao pai
da Vivian!
Fica zarolha olhando,
Aprendendo o que olhar
Fralda borrada, uma outra golfada
e um gargalhar…
Riso banguelo e eu me acabo de lhe amar
Vivian! oohh Vivian.

Segredo da Luz

Os olhos verdes que piscam no escuro de céu
Filho da luz, fui nascido da lua e do sol!
Nas noites mais negras do ano eu, eu mostro minha voz
Estrelas, estrelas
As estrelas, elas brilham como eu!

As nuvens vagueiam no espaço sem lar nem raiz
O ódio não é o real, é a ausência do amor
Ao fim é um grande oceano, mãe, mãe filho e luz
Hmmm… estrelas, estrelas
As estrelas elas brilham como nós!

As trevas da noite assustam escondendo o segredo da luz!
Da luz que gargalha do medo do escuro
Que é quando os meus olhos não podem enxergar!

Dia, noite
Se é dia sou dono do mundo e me sinto filho do sol
Se é noite eu me rendo às estrelas em busca de um farol
Ooohh… estrelas, estrelas
As estrelas brilham como eu

As trevas da noite assustam escondendo o segredo da luz!
A luz que gargalha do medo do escuro
Que é quando os meus olhos não podem enxergar!

Dia, noite
Se é dia sou dono do mundo e me sinto filho do sol
Se é noite eu me rendo às estrelas em busca de um farol
Ôoohh… estrelas, estrelas
As estrelas elas brilham como eu

Os Putos BRothers Sylvio Passos & Agnaldo Araujo encerram 2017 com show gratuito amanhã, 23, no pub AugustAlternativa, apresentando muito Raul Seixas, blues e rock and roll.

A dupla promete uma noite muito animada onde, além do já tradicional repertório de Raulzito Rock Seixas, apresentarão também clássicos do blues e rock and roll internacional e nacional. Led Zeppelin, Pink Floyd, Deep Purple, Robert Johnson, Gary Moore e Sérgio Sampaio são apenas alguns dos nomes que estarão sendo lembrados na noite. Portanto, uma noite imperdível.

Último EncKontro de 2017
Último encontro do ano com muito Raulzito, Blues e Rock and Roll no AugustAlternativa.
Sábado, 23 de dezembro, à partir das 22h00, com entrada grátis!
AugustAlternativa
Rua Augusta, 520

Link Evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/1487497304661282/

Vídeo chamada no Facebook:
https://www.facebook.com/MrSteps/videos/1507273526053860/


Sylvio Passos, Vivi Seixas e o cover Penna Seixas durante a gravação da propaganda da Skol em 15 de novembro no Ibirapuera, São Paulo.

Toca Raul! Centenas de fãs do roqueiro cantam “Metamorfose Ambulante” em SP
Do UOL, em São Paulo

O grito “Toca Rauuuul” foi liberado no Parque do Ibirapuera. Centenas de fãs do roqueiro Raul Seixas se reuniram no local para gravarem em coro a música “Metamorfose Ambulante”, 45 anos depois da sua gravação.

O evento foi liderado por Vivi Seixas, filha do cantor, e teve como objetivo questionar os preconceitos e padrões preestabelecidos pela sociedade. O vídeo foi gravado no feriado de 15 de novembro e divulgado nesta quarta-feira (13).

Entre os participantes estavam sósias de Raul Seixas e diversos músicos que levaram seus próprios instrumentos, organizado por de uma marca de cerveja. O vídeo, segundo Vivi, foi inspirado em uma ação feita por fãs do Foo Fighters em 2015, que se reuniram em um parque da cidade de Cesena para tocarem a música “Learn to Fly” e pedirem para a banda se apresentar no lugar.

“Sou DJ de música eletrônica há 13 anos e quando eu escolhi isso para a minha vida eu fui muito criticada. Rolou um preconceito muito grande por eu não tocar guitarra, não cantar, não cantar rock e eu sofri muito, muito. Nesta época, eu me agarrei muito à música do meu pai”, contou Vivi a DJ.

Confira abaixo o vídeo gravado em 15 de novembro no Ibirapuera, em São Paulo.

Os Putos BRothers Sylvio Passos & Agnaldo Araújo encerram 2017 com show gratuito apresentando muito Raul Seixas, blues e rock and roll.

Para fechar o ano com chave de ouro, Sylvio Passos & Agnaldo Araújo (Putos BRothers Band) apresentam-se sábado, 23 de dezembro, no pub AugustAlternativa, na Rua Augusta, em São Paulo, com entrada gratuita.

A dupla promete uma noite muito animada onde, além do já tradicional repertório de Raulzito Rock Seixas, apresentarão também clássicos do blues e rock and roll internacional e nacional. Led Zeppelin, Pink Floyd, Deep Purple, Robert Johnson, Gary Moore e Sérgio Sampaio são apenas alguns dos nomes que estarão sendo lembrados na noite. Portanto, uma noite imperdível.

Último EncKontro de 2017
Último encontro do ano com muito Raulzito, Blues e Rock and Roll no AugustAlternativa.
Sábado, 23 de dezembro, à partir das 22h00, com entrada grátis!
AugustAlternativa
Rua Augusta, 520
Link Evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/1487497304661282/