Teatro Inatel recebe o espetáculo “Meu Amigo Raul” nesta quarta. Única Apresentação.
MEU AMIGO RAUL
A idéia deste espetáculo surgiu no camarim de um show de Raul Seixas em 1983 na Sociedade Esportiva Palmeiras, em São Paulo, numa conversa entre Sylvio Passos, então fundador/presidente do fã-clube oficial de Raul Seixas, o Raul Rock Club, e do produtor e ator de teatro Ton Crivelaro.
“Depois de anos, nos encontramos em Campinas, num show do músico Agnaldo Araújo, e resolvemos retomar o projeto”, explica Sylvio.
“Foi fantástico, contar a vida deste grande ídolo e trabalhar com pessoas que além de fãs, também são ótimos músicos e atores”, completa o Diretor Ton Crivelaro. “O resultado foi um espetáculo emocionante!”.
A peça mostra um escritor (Sylvio Passos) que enquanto escreve um livro sobre a vida do cantor, comenta passagens vividas pelos dois.
ELENCO: Sylvio Passos, Jota Peron, Agnaldo Araújo, Bete Bastos e Putos BRothers Band Iluminação: Camila Guinatti Cenografia e figurinos: Grupo Teatro de Pano
Muitas vezes Raul você faz falta Eu sempre a me queixar da solidão Quem me fez com ferro fez com fogo Raul, é pena que você não está mais aqui não Vou pro meu trabalho todo dia Com a certeza que dou o melhor de mim Quando quero relaxar eu bebo Raul, as coisas ainda não estão tão bem assim
Toda vez que eu ouço os teus filhos Ou me perco todo em teus versos Eu penso em você meu grande amigo Que sempre me mostrou Eu Mesmo Raul onde você vai eu também vou Raul onde você vai eu também vou Mas tudo acaba onde começou
Tentei lhe ensinar as minhas coisas Que minha vida era séria e minha família dura Mas não pude calar a minha boca, Raul E ainda estou a viver minha loucura Lembro Raul aqueles velhos dias Quando nós dois falávamos sobre Dr. Dom Sigismundo Hoje você está em outro planeta E eu continuo te divulgando pelo mundo Raul onde você vai eu também vou Raul onde você vai eu também vou Mas tudo acaba onde começou
Todos os nossos sonhos são iguais Alguns conduzem à glória outros à perdição Há tantos caminhos, tantas rotas Mas o mundo ainda está sem direção Eu queria muito lhe rever E resolver aquele SAVE OUR SOUL E tudo mais que tenha a ver com nosso universo, Raul Mas esse momento ainda não rolou.
Raul onde você vai eu também vou Raul onde você vai eu também vou Mas tudo acaba onde começou É que tudo acaba onde começou Meu amigo Raul…
Sylvio Passos 29/06/2004
Outras apresentações da Putos BRothers Band e Raul Rock Club Band 11 de maio – LULAS BAR HORTOLANDIA/SP (TRIBUTO RAUL SEIXAS – RAUL ROCK CLUB BAND C/ DYLAN SEIXAS) 12 de maio – PUTOS BROTHERS BAR – INDAIATUBA/SP – ENSAIO ABERTO Putos BRothers Band
O canto de Raul Seixas sem ranço de velhice… A filha do cantor, DJ Vivi Seixas, utilizou registros originais da voz de Raul Seixas como base para o seu “Geração da Luz”
Vivi Seixas seguindo os passos do pai.
A metamorfose cantante chamada Raul Seixas ganha novo fôlego fonográfico: “Geração da Luz”. O disco, assinado pela filha do roqueiro baiano utiliza fonogramas originais das canções, com sua voz a capella, e reveste com a sonoridade da música eletrônica. Um pouco de batidão, brincadeiras com o ritmo das músicas, guitarras distorcidas e muitos recursos de sintetizadores. Morto em 1989, Raul Seixas dá mostra da força e atualidade de suas canções, remodeladas pela filha
Entre as 10 faixas remixadas, entram sucessos como “Metamorfose Ambulante”, versão cantada em espanhol (ou quase espanhol), “Aluga-se”, de Raul e Cláudio Roberto, “Mosca na Sopa”, e ainda um lado B de Raul, como “Conversa Pra Boi Dormir” e “Super Heróis”, esta última em parceria com Paulo Coelho. O disco, defende a DJ, é uma tentativa de apresentar a obra de Raul Seixas às novas gerações.
“Ele tá começando agora, eu não quero ranço de coisa de velhice. Eu quero uma coisa nova. Eu quero uma coisa novíssima. Então, vamos fazer a cabeça dos novos, que os velhos já estão fritos”, anuncia a DJ, em gravação na voz de Raul Seixas. O disco traz uma série de falas de Raul, pinçadas de gravações raras do cantor. “Quem me ajudou muito com esse material foi o Sylvio Passos, fundador do primeiro fã clube. Sylvio mexendo nas fitas de rolo, achou algumas gravações. Inclusive a introdução”, contextualiza Vivi, em entrevista ao Diário do Nordeste. E brinca sobre o contexto do trecho, “alí, é ele (Raul Seixas) defendendo a filha dele, pedindo para as pessoas deixarem ela em paz”.
A frase abre a sequência do disco e é repetida inúmeras vezes, ainda mais completa, na introdução da música tema, “Geração da Luz”, parceria com a mãe de Vivi, Kika Seixas, onde Raul reforça: “não é rock’n roll. Eu quero uma coisa novíssima”. Vivi Seixas divide a produção com os Djs e produtores Mike Frugaletti e Plínio Profeta.
Faixas Para as novas versões, a DJ contou com gravações de teclados, piano, baixos, guitarras e violões, “para dar um quê mais orgânico ao disco”, justifica ela. Entre os músicos convidados, estão o baixista Arnaldo Brandão, o guitarrista Alamo Leal, e Plínio Profeta, que grava piano em “Rock das Aranhas”, também guitarra em “Mosca na Sopa” e “Metamorfose Ambulante”. Os arranjos contam ainda com criações feitas direto no computador e algumas linhas retiradas dos originais.
Em “Metamorfose Ambulante”, primeira do disco, a voz de Raul foi retirada de fonograma da Universal Music onde ele tenta cantar a música em espanhol. Sai uma engraçada mistura. Musicalmente, a releitura mantem o clima do original, ganhando, no entanto, uma batida marcada pelo baixo de Plínio, bateria estourada e ainda um leve sabor de reggae, na parte final. Ficam as segundas vozes e o solo característico.
“Aluga-se”, tem versão dançante, em roupagem “house”, bem ao estilo do trabalho de Vivi Seixas. Em suas apresentações, a DJ costuma transitar entre as variantes do estilo, como “funky-house”, “tech-house” e “deep-house”. A mesma linha é seguida em “O Carimbador Maluco”, lançada em 1983 como tema infantil no especial Plunct Plact Zum. Esta é uma das que a cantora diz estar tocando nas festas de música eletrônica.
Escracho
Aos fãs ávidos por conteúdo raro ou mesmo inédito de Raul Seixas, o disco vem recheado de pérolas ditas pelo cantor ao gravador. Além da abertura e do parco espanhol de “Metamorfose Ambulante”, o cantor solta boas como “tá gravando aí ‘my’ nego?”, ou “não adianta policiamento”.
Em “Rock das Aranhas”, música censurada pela ditadura por evidenciar o sexo, Vivi solta como sample trecho de registro ao vivo em que Raul defende ser o “precursor da aranha”. Segundo contava o roqueiro, a palavra aranha teria entrado no dicionário da censura, onde constavam as palavras proibidas, após o lançamento da música, registrada no disco “Abre-te Sésamo”, de 1980.
O tom escrachado e bem humorado ganha força especialmente nas três últimas faixas do disco, “Só Pra Variar”, “Conversa Pra Boi Dormir” e “Como Vovó Já Dizia”, músicas que são desconstruídas pela DJ, que picota trechos das canções em meio a suas programações. “Como Vovó Já Dizia”, alias, vem em versão censurada, com Raul cantando versos como “Já bebi daquela água, quero agora vomitar / Uma vez a gente aceita, duas tem que reclamar” e “Vim de longe de outra terra pra morder teu calcanhar”. Vivi Seixas faz releituras das canções do pai, que ganham roupagem de música eletrônica. O disco utilizou fonogramas originais do roqueiro, além de gravações raras pinçadas no acervo pertencente ao fã-clube oficial de Raul Seixas
Os fonogramas, explica, foram colhidos há seis anos, quando ainda iniciava a carreira de DJ. Ao receber, no ano passado, o convide da Warner Music para o tributo.
“Não fiz um CD para os fãs, fiz para o meu pai”, reage, sobre críticas ao trabalho. Vivi reforça, no entanto, que vem recebendo uma boa resposta do público. Aos futuros fãs, uma boa porta de entrada no universo paralelo que é Raul Seixas. Aos antigos, boa sorte e “cuca” aberta!
Disco Geração da Luz Vivi Seixas Warner Music 2013, 11 faixas R$ 14,90
Vivi Seixas A princesa rebelde Estamos diante de uma homenagem coerente com o princípio da “Metamorfose Ambulante”. Raul Seixas defendeu a causa do rock.
Quase não se vê, embaixo da capa do disco Geração da Luz, de Vivi Seixas, o aviso em azul camuflado sobre fundo preto: clássicos de Raul Seixas metamorfoseados. É preciso vasculhar a capa bem bolada, com Vivi colocando fones de ouvido em Raul, com olhos atentos para perceber a chave que abre as portas do CD. Raul em preto e branco e Vivi em cores são sinais que marcam a distância entre as gerações.
O despertador nas mãos de Raul, indicando meio-dia ou meia-noite, é um elemento irônico que reflete o momento em que é preciso ceder espaço para novos talentos. As guitarras que cercam Raul, sinônimos de rock?n?roll, estão em repouso e a imagem sugere que ele se prepara para ouvir o som que vai sair dos fones. A maquiagem de Vivi é um anúncio de que ela gosta de ir um pouco além do normal. O espaço em branco em volta dos dois representa as possibilidades do encontro a partir da primeira faixa. Tudo fica mais intenso e significativo quando se reconhece Vivi como filha de Raul. O encarte traz ainda uma informação cativante. Duas carteiras do Raul Rock Club (fã clube inaugurado por Sylvio Passos) emitidas no dia 5 de abril de 1983. Uma do próprio Raul, aos 37 anos, assinalado como protagonista, e outra de Vivi, aos 2 anos, com o número 001A. As carteiras são válidas em todo o universo.
A convivência com o pai roqueiro influenciou a determinação da filha em trabalhar com música. Mas Vivi seguiu uma via que pode levar os fãs sectários de Raul a torcer o nariz com mal disfarçada sensação de desprezo. Vivi é DJ de house e pesquisadora de vertentes como drum and bass. Ela é casada com o DJ californiano Mike Frugaletti, que produziu Geração da Luz ao lado dela e de Plínio Profeta.
Considerando que a faixa título é uma parceria de Raul com a mãe de Vivi, Kika Seixas, a conclusão é que se trata de um trabalho em família. E que, portanto, o que menos se espera é alguma forma de manchar a figura do rei do rock brasileiro. Torçam o nariz, fãs sectários, para quem DJ não passa de um robô que processa ruído sem emoção. Estamos diante de uma homenagem coerente com o princípio da Metamorfose Ambulante. Música, aliás, remixada por Vivi numa versão em espanhol.
Visionário, Raul antecipou tendências ao misturar rock e xaxado, por exemplo, em Let me Sing. Ele defendeu a causa do rock, sim, com uma irreverência que não encontra paralelo entre coloridos e carrancudos, mas fez sucesso com linguagens tão diversas como o pop e o brega. Logo, talvez não seja desnecessário afirmar que Vivi se expõe à crítica com a visão particular de uma obra cujo alcance é notável e reconhecível e que Raul não é propriedade de ninguém, muito menos de ouvintes fanáticos e inflexíveis.
No encarte do CD, ela diz que conseguiu, há seis anos, com as gravadoras, vários registros a capella (somente a voz) de músicas do pai e que estava esperando o momento certo de prestar seu tributo. O sonho dela é passar adiante as mensagens de Raul. ?Tive muito zelo ao manter suas letras e identidade musical intactas, dando às suas tracks apenas uma roupagem nova e mais moderna?, escreveu. E agradece os músicos convidados.
Pedro Augusto adicionou teclados em Rock das Aranhas, assim como Donatinho em Geração da Luz. Arnaldo Brandão tocou baixo em Aluga-se e baixo e guitarra em Conversa pra Boi Dormir. Álamo Leal acrescentou guitarra, violão e national steel em Super Heróis. Plínio Profeta colocou piano em Rock das Aranhas, guitarra e baixo em Metamorfose Ambulante e guitarra e theremin em Mosca na Sopa.
Depois de uma introdução em que Raul confessa o propósito de fazer a cabeça dos jovens, porque os velhos estão fritos, segue-se a versão espanhola e, por isso mesmo, estranha de Metamorfose Ambulante, que não compete com a versão original, mas convive lado a lado com ela. Basicamente, este é o espírito do CD. Vivi não ombreia com seu pai, não olha para ele de cima, não o contesta, não briga, não discute.
Antes, faz as pazes com aspectos sombrios de Raul que a maioria conhece por ouvir falar, mas que ela viveu de perto. A maluquice de Raul manifestava-se em genialidade e degeneração. Não apenas como filha zelosa, mas como artista de música eletrônica, Vivi traz Raul para a festa de maneira alegre e radiante. Preserva e destaca sua jovialidade e vontade de potência através de clássicos e faixas menos cotadas. Todas muito conhecidas.
É possível ficar incomodado com a união de Raul, que sempre foi analógico, e as programações virtuais? Sim, evidente. Como é possível curtir a iniciativa como se fosse uma reverência que poderia ter sido radicalmente mais ousada. Os fãs verdadeiros não têm motivos para perder o sono e, quem sabe, agradeçam Vivi por resgatar a versão censurada de Como Vovó já Dizia (Óculos Escuros).
Promoção VIVI SEIXAS – GERAÇÃO DA LUZ Quer ganhar um CD “Geração da Luz” autografado por Vivi Seixas? É só clicar na imagem acima, ler o regulamento e participar.
Esta pode ser a via de acesso para uma rapaziada que preza o vintage conhecer Raul. Então, Geração da Luz terá cumprido seu papel. Nariz torcido é para os constipados. IN:SUPERCLIPpor Adalto Alves
‘VIVI SEIXAS TOCA RAUL’
A filha do considerado “Pai do Rock Brasileiro” apresenta um show intitulado “Vivi Seixas Toca Raul” com uma seleção única das melhores musicas do pai, em formato vinil, acompanhada de projeções de imagens inéditas. Vivi Seixas, ao longo dos últimos 8 anos consolidou sua carreira artística como DJ de ‘house music’, ela conquistou o seu espaço e o publico, pelos quatro cantos do Brasil e também no exterior, passando pelos principais festivais e melhores clubs da cena eletrônica brasileira. Ela acredita que agora vai ser o momento de fazer a sua homenagem ao pai, apresentando este pocket show inédito a todo publico que pede Toca Raul.
Vivi, acompanhou o sucesso do pai desde seus primeiros anos de vida, quando o pai gravou o especial Plunct, Plact, Zuum da Rede Globo, onde Raul cantava a musica “Carimbador Maluco”, do álbum Raul Seixas (1983) que deu a Raul mais um disco de ouro em sua carreira. Muitas vezes chamado de “Maluco Beleza”, Raul deixou uma obra inigualável, sendo 21 discos gravados em 26 anos de carreira, dono de um estilo musical único, que misturava o Rock com o baião, considerado “contestador e místico”, Raul foi acompanhado de audiência relativamente alta durante sua vida. Tornando-se um símbolo do Rock do país e um dos artistas mais cultuados e queridos entre os fãs dos últimos quarenta anos.
Raul Seixas e seu “Krig-ha, Bandolo!” celebrado em São Paulo e em Brasília
Em comemoração aos 40 anos do lançamento do seminal disco “Krig-ha Bandolo!”, de Raul Seixas, quatro shows inéditos, gratuitos e ao ar livre, reúnem Zeca Baleiro, Zélia Duncan, Kátia B, Lucas Santtana, BNegão, Marcelo Nova, O Terno, Letuce e a DJ Vivi Seixas, filha de Raulzito, nas aberturas e intervalos dos shows, em torno da obra do “Maluco Beleza”. Sob o título de “Toca Raul!”, eles acontecerão em São Paulo, dias 20 e 21 de abril, no Vale do Anhangabaú, e, em Brasilia, na área externa do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), dias 21 e 28 de abril, em palco montado ao ar livre. Cerca de 60 canções de Raul, inclusive a supracitada “Maluco Beleza”, serão recriadas com bandas diferentes a cada show. Entre elas, “Ouro de tolo”, “Metamorfose ambulante”, “Gita”, “Tente outra vez”, “Mosca na sopa”, Al Capone”, “Como Vovó já dizia (quem não tem colírio usa óculos escuros)”, “Rock das aranha” e “Eu nasci há dez mil anos atrás”. A curadoria, direção musical pesquisa e roteiros é assinada pelo músico carioca Luis Filipe de Lima.
Ficha técnica: Curadoria, direção musical, pesquisa e roteiros – Luís Filipe de Lima Direção de produção – Amanda Menezes Coordenação geral – Maria Angela Menezes Programação visual e ambientação cênica – Radiografico Produção Executiva – Juliana Cabral Assistentes de produção – Maurício von Helde e Fernanda Soriano Mídias sociais – Paula Gicovate Assessoria de imprensa – Sylvio Novelli (SP) e Rodrigo Machado (BSB)
Programação: CCBB SP (Vale do Anhagabaú): *20 de abril – 15hs – Letuce e BNegão – Lucas Santtana e Zélia Duncan *21 de abril – 15hs – O Terno e Marcelo Nova – Kátia B e Zeca Baleiro
CCBB DF (Jardim externo CCBB): 21 de abril – 16hs – Letuce e BNegão – Lucas Santtana e Zélia Duncan *28 de abril –16hs – O Terno e Marcelo Nova – Kátia B e Zeca Baleiro
* Participação especial da DJ Vivi Seixas
Confira abaixo a agenda de Vivi Seixas Abril 10 – Festa de Lançamento do CD “Geração da Luz” – Galeria Cafe – Rio de Janeiro (RJ) 18 – Festa de Lançamento do CD “Geração da Luz” – D-Edge – Sao Paulo (SP) 20 – ‘Vivi Seixas Toca Raul’ – CCBB – Sao Paulo (SP) 21 – ‘Vivi Seixas Toca Raul’ – CCBB – Sao Paulo (SP) 28 – ‘Vivi Seixas Toca Raul’ – CCBB – Brasilia (DF) 30 – ‘Vivi Seixas Toca Raul’ – Havana Cafe – Caxias do Sul (RS)
Maio 09 – ‘Vivi Seixas Toca Raul’ – Clube Silencio – Porto Alegre (RS) 10 – ‘Vivi Seixas Toca Raul’ – All In Pub – Sao Marcos (RS) 11 – ‘Vivi Seixas – Green Power – Florianópolis (SC)
EXCLUSIVO: Ouça depoimentos de Caetano Veloso e Carlos Imperial, em 1974, para a Rádio Jornal do Brasil sobre Raul Seixas.
Festival ROCK IN RIO 2013 também presta homenagem à Raul Rock Seixas. No dia 14 de setembro, sábado, no Palco Sunset “Viva Raul Seixas” com Detonautas, Zeca Baleiro e Zélia Duncan.
Sylvio Passos em entrevista à Kléber Pereira Pinto no Fiam News TV Entrevista.
Kléber Pereira Pinto Jornalismo com responsabilidade social. ENTREVISTA COM SYLVIO PASSOS
Amigo, produtor, parceiro de composições. Sylvio Passos viveu dez anos muito intensos ao lado de Raul Seixas. Nesta entrevista exclusiva, com aproximadamente 30 minutos de duração, ele contou ao Fiam News TV Entrevista algumas das histórias de sua relação com o Maluco Beleza. Mais um produto acadêmico, está aqui com uma pré edição e deve, em pouco tempo, sofrer modificações para que se transforme em um produto com a produção finalizada. Vale conferir as três partes da conversa, desponibilizada em links do YouTube.
Os Putos BRothers, Sylvio Passos e Agnaldo Araújo, em apresentação acústica no próximo sábado, 23 de março, em Campinas/SP.
Putos BRothers Band e Cogumelos Azuis fazem apresentação no próximo domingo em Campinas/SP
Putos BRothers Band grava seu primeiro álbum com amplificador valvulado que pertenceu a Raul Seixas na década de 1960.
Putos BRothers Band – Primeira Batucagem Do Que Vem Por Aí.
Ensaio “pré-demo” gravado com 2 microfones no Gravina Estúdio (André Batalha), Campinas/SP, em 20 de janeiro de 2013, com trechos das 10 faixas do primeiro álbum da Putos BRothers Band, “Tá Todo Mundo Puto, BRother!”, à ser lançado em vinil (LP) no segundo semestre de 2013. Estas não são gravações definitivas, trata-se apenas de um ensaio 1, 2, 3… foi. Sacou?
LADO A 0:05 – Tá Todo Mundo Puto, BRother! (Araújo/Passos) 0:48 – Substancial (Araújo/Passos) 1:17 – Um Blues Para Raul (Araújo/Passos) 1:55 – Ela Vem de Trem (Araújo/Passos) 2:49 – Fim de Semana (Agnaldo Araújo)
LADO B 3:29 – Robert Johnson Blues (Araújo/Passos) 4:03 – A Busca (Erika Bet/Agnaldo Araújo) 4:40 – Uma Nova Canção (Sylvio Passos/Myrian Portes) 5:11 – Sobre a Luz há Natureza (Araújo/Passos) 5:41 – Fudeu! (Putos BRothers Band)
Putos BRothers Band é: Agnaldo Araújo: Guitarra/Voz Sylvio Passos: Gaita Adriano Olegário: Bateria Raulzinho: Baixo
Quanto mais estudamos os mistérios do ser humano e do mundo em que vivemos, mais complexos se tornam os mesmos.
Atribuir tudo ao divino, como faz a religião, nos isenta de qualquer responsabilidade diante do todo, digo, do mundo e de nós mesmos. Tudo pode ficar muito mais divertido se assumirmos todas as responsabilidades. Como bem cantou Raul Seixas: “É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro.” Quem, ou o que, seria esse “outro”?
Chegamos ao século XXI com uma considerável parte da população do planeta dotada de uma mentalidade primitiva e, pior, sem compreender exatamente como a mentalidade primitiva funciona de fato. A filosofia e a psicologia podem esclarecer melhor essa questão sobre a mecânica da mente humana. Mas, para iniciarmos esse divertido e confuso estudo, precisamos nos livrar do “estamos muito ocupados pra poder pensar”, e como conseqüência estarmos livres de valores previamente impostos como absolutos e, sobretudo, arrogantes.
Então é chegado o momento (embora muitos já venham dizendo isso há séculos) de assumirmos que nada sabemos e o nada saber é, paradoxalmente, o ápice do saber. Conhece-te a ti mesmo e tudo lhe será revelado. Lembra disso? Pois é. O que você está fazendo aí cuidando (muito ocupado) do jardim do seu vizinho? Chame ele pra entrar nessa brincadeira de conhecer a si mesmo. Não se esqueça, meu amigo, de chamar o seu vizinho. Lembra dessa também?
Tudo o que percebemos/sentimos com nossos 5 sentidos faz parte da ilusão do existir. Da ilusão dos dogmas e valores inventados por outros que não eram nós. Sacou? Que despertemos o nosso “Sexto Sentido”, aquele onde todas as regras, literalmente, inexistem. Onde somos totalmente donos de tudo e de nada. A tal Terra do Nunca, o mundo atrás do espelho de Alice, da Loucura Lúcida, do foda-se o sistema (sistema compreende-se por política, religião, poder econômico e forças armadas) e suas armadilhas fazendo com que incautos se rendam e sejam medíocres acreditando que vão pra algum lugar depois que deixarem de existir neste mundão velho e sem porteira.
Nada e ninguém vai nos perdoar ou condenar senão nós mesmos. Basta nos conhecermos mais profundamente para, então, podermos iniciar uma suposta compreensão do todo e então terminarmos exatamente onde tudo começou, ou seja, no nada saber. E é aí que tudo fica muito mais lúdico mesmo, começa a fazer mais sentido até o que não tinha sentido, mesmo que valores retrógrados e absolutos tentem, frustradamente, “provar” que não. Vamos assumir nossa responsabilidade com o todo, com o tudo, com o nada e com nós mesmos. Chegamos onde chegamos porque queríamos chegar onde chegamos. Teu carro, avião, ônibus, bike ou skate te levam aonde você quer ir, logo, o mesmo ocorre na tua vida. Ou você vai seguir enfrente olhando pro espelho retrovisor? Vai bater no primeiro poste, no primeiro muro, ou cair no primeiro abismo. Você escolhe aonde quer ir. Aonde quer chegar. Todo o resto são suposições. Pense nisso!
Fecho essa divagação de hoje com algumas palavras de Schopenhauer: “Muitos livros servem apenas para mostrar quantos caminhos falsos existem e como uma pessoa pode ser extraviada se resolver segui-los. Mas aquele que é conduzido pelo gênio, ou seja, que pensa por si mesmo, que pensa por vontade própria, de modo autêntico, possui a bússola para encontrar o caminho certo.”
SPassos Sideral Visceral & Surreal, o Puto BRother, aquele que você ama e odeia ao mesmo tempo.
No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras, que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se a isso.
E os fatos ainda continuam prevalecendo sobre os documentos.
E não temer A velha história do mal Tão conhecida Que já nem pode mais nos assustar (…) Viver é coisa irreal Uns chamam de magia e é tudo tão normal Mas tá legal Tem mágica solta no ar
Raul Seixas lembrado em show na próxima quinta-feira em Belo Horizonte/MG.
Raul Seixas homenageado no último domingo (24) em Salvador/BA com Eládio & As Panteras e convidados especials. O público foi ao delírio.
(…) “O frágil Sylvio, quando demonstra, não parece chorar. Aperta os olhos com uma força descomunal e encolhe os ombros, num “beicinho”, como se dissesse ao mundo, “olha aqui, não será fácil me derrubar!”. Pensa o tempo todo (e quem não pensa o tempo todo?) e se irrita quando perde o fio da meada. Sorri, anda para trás (como sempre e sempre) e já volta em outro assunto, com pés de quem não quer se “solitarizar”. A solidão do distanciamento nas risadas lhe conforta rapidamente.
Muitas são as palavras para descrever Sylvio, mas, em suas andanças, as paredes das ruas e o chão que ele pisa parecem ser, depois de sua namorada fiel e de olhos firmes, seus maiores confidentes e conhecedores. Quem diria Raul! Você ter a honra de ser amigo do Sylvio Passos! Honra que Sylvio está pronto para agraciar qualquer um, qualquer louco que com um pouco de sabedoria faça transbordar de ideias a mente de boina azul, preta e manchada de verdes guerra.”
IN: Livro “Mentes da Contramão – Perfis da Contracultura“
Sylvio Passos, personagem do livro Mentes da Contramão – Perfis da Contracultura.
Trecho do livro Mentes da Contramão – Perfis da Contracultura. Clique na imagem acima para comprar diretamente na Livraria Cultura.
Quinta-feira, 21 de fevereiro, os Putos BRothers Agnaldo Araújo & Sylvio Passos em apresentação acústica em Campinas/SP
***Sexta-Feira, 22 de fevereiro, os Putos BRothers ARAÚJO & PASSOS em apresentação acústica no KAUAI BAR (AO LADO DA TETRA PAK), em MONTE MOR/SP – A PARTIR DAS 19H (SEM COUVERT ARTÍSTICO).
Domingo, 24 de fevereiro, – Festa de aniversário do Putos BRothers Bar em Indaiatuba/SP – FREE
Domingo, 24/02 às 19:00h – Praça Tereza Batista Pelourinho – Salvador/BA ALÔ BAHIA DE TODOS OS ROCKS! COM VOCES: “ELÁDIO & AS PANTERAS”. Espicha Verão Festival de Rock com Eládio e As Panteras e convidados especiais: Thathi, Sylvio Passos, Mariano Lanat e Pietro Leal. Vídeo: Rock das “Aranha” – Eládio e As Panteras
Em 9 e 10 março a já tradicional “Maluco Beleza Fest” na Pousada do Canyon Guartelá. Clique na imagem acima para obter mais informações.
Putos BRothers Band – Primeira Batucagem Do Que Vem Por Aí.
Ensaio gravado no Gravina Estúdio (André Batalha), Campinas/SP, em 20 de janeiro de 2013, com trechos das 10 faixas do primeiro álbum da Putos BRothers Band, “Tá Todo Mundo Puto, BRother!” – à ser lançado em vinil (LP) no segundo semestre de 2013. Estas não são gravações definitivas, trata-se apenas de um ensaio de pré-produção.
LADO A 0:05 – Tá Todo Mundo Puto, BRother! (Araújo/Passos) 0:48 – Substancial (Araújo/Passos) 1:17 – Um Blues Para Raul (Araújo/Passos) 1:55 – Ela Vem de Trem (Araújo/Passos) 2:49 – Fim de Semana (Agnaldo Araújo)
LADO B 3:29 – Robert Johnson Blues (Araújo/Passos) 4:03 – A Busca (Erika Bet/Agnaldo Araújo) 4:40 – Uma Nova Canção (Sylvio Passos/Myrian Portes) 5:11 – Sobre a Luz há Natureza (Araújo/Passos) 5:41 – Fudeu! (Putos BRothers Band)
Putos BRothers Band é: Agnaldo Araújo: Guitarra/Voz Sylvio Passos: Gaita Adriano Olegário: Bateria Raulzinho: Baixo